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O setor agro está se mostrando nossa grande força.

Se nas cidades tudo está parando, no campo as coisas tentam se manter aceleradas. Estamos na colheita e não tem corona vírus que impeça o agricultor de trabalhar.

O Brasil está batendo um recorde histórico na safra de soja. Puxada por ganhos de produtividade física (sacas/hectare) verificadas em Goiás e no Mato Grosso, que juntos respondem por quase 40% do total, a última estimativa da produção foi de 123,2 milhões de toneladas (Conab). Será a maior safra de soja do mundo.

Na semana passada, a área colhida estava, na média das regiões, em 59% da área plantada e Parte inferior do formuláriomal acabam de colher a soja, os agricultores partem para semear o milho. Muitos já o fizeram. Essa é a regra da produção agrícola integrada que manda no país atualmente. Significa 2 safras consecutivas, na mesma área. As estimativas apontam para uma safra de 104 milhões de toneladas de milho. Excelente.

Poderá o coronavírus atrapalhar a comercialização desse enorme volume em 2020?
Seguem alguns pontos do agro para serem monitorados:

A China compra cerca de 80% das nossas exportações de soja. Se o gigante asiático reduzir o volume adquirido, irá complicar nossa situação. Mas os chineses precisam do farelo da soja para alimentar sua suinocultura, que aos poucos se recupera da profunda crise causada pela peste africana.

Nas carnes –bovina, suína e frangos– a situação parece mais confortável. Mesmo com a eventual queda do poder aquisitivo global, as vendas externas estão boas. Estudo
recente da FGV Agro mostrou que, em fevereiro, as exportações para a China cresceram 43,5% nos bovinos e 78% nos suínos e frangos. Falta carne no mercado mundial.

Os frigoríficos brasileiros, que aglutinam grandes equipes de trabalho, continuam funcionando normalmente pelo interior afora.

Fruto das incertezas globais, a escalada do dólar provoca reflexos na rentabilidade do setor rural estimulando as exportações, ajudando não apenas os grãos e as carnes, mas também o açúcar, o algodão, a celulose e o café.

Nossos agricultores, com seu trabalho, continuam dando suas contribuições para podermos superar essa crise garantindo que não falte comida nos lares do país. Pois ao que parece nenhum corona vírus detém o produtor rural brasileiro.

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